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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Greves e mais Greves no País hoje foi a vez da Policia Federal até Quando a desigualdade social vai durar neste País , que escuto que é o País do Futuro?

O protesto que vem sendo realizado pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) nas estradas, desde o último dia 25, hoje, 31, ganhou a adesão do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens do Rio Grande (Sindicam). Essa adesão que, segundo o Sindicam, atendeu solicitação dos associados, gerou manifestações também no trecho do Rio Grande da BR-392, espaço em que não havia ocorrido nenhum bloqueio até esta terça. Conforme o secretário do Sindicam, Giovane Sá, caminhoneiros ligados ao sindicato hoje, 31, estavam concentrados em um posto de combustível, localizado na saída da cidade, convidando os motoristas de caminhões que saem do Município a ingressar no movimento. Ele afirma que 100% dos caminhoneiros do Rio Grande aderiram à paralisação. O chefe do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-392, na Vila da Quinta, interior do Rio Grande, Anderson Nunes, disse que os manifestantes do Sindicam chegaram a bloquear a rodovia, pela manhã, e a PRF precisou agir para que eles a liberassem. Relatou que, ao longo do dia, eles estavam espalhados por vários pontos da estrada e procurando intimidar os motoristas que não aderiram ao movimento. Dois dos manifestantes foram detidos e apresentados na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) por agressões a dois motoristas de caminhões que não quiseram parar. Após ser feito o registro na DPPA, eles foram liberados e irão responder processo em liberdade. Uma das vítimas foi atingida por uma pedrada no rosto e precisou ser atendida no pronto-socorro da Santa Casa, onde se encontrava em observação no início da noite. Nunes informou ainda que houve um terceiro envolvido nas agressões e que a Polícia Civil iria tentar identificá-lo. A Polícia Rodoviária Federal vai comunicar à Advocacia Geral da União que o Sindicam desobedeceu à determinação judicial que proíbe bloqueios das rodovias e por isso deve ser processado. Com relação às agressões praticadas por manifestantes, o secretário do Sindicam garantiu que não é este tipo de atitude que o sindicato deseja. Consequências A paralisação dos caminhoneiros promovida pelo MUBC já reduziu bastante a chegada de caminhões aos terminais do Porto do Rio Grande. No complexo Termasa/Tergrasa, por exemplo, nesta semana só estão chegando em torno de 40% das cargas previstas. Na segunda-feira, dos 200 caminhões que deveriam chegar com cargas destinadas aos terminais Termasa e Tergrasa, foram recebidos apenas 90. O gerente de Relações Institucionais do complexo, Vinícius Machado Henriques, falou que, mesmo assim, os terminais estão trabalhando a pleno devido à existência de cargas armazenadas para os embarques programados. Porém, se o movimento se estender por mais cinco ou seis dias, a situação vai ficar difícil
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